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Arquivo: Edição de 15-09-2017

SECÇÃO: Entrevista

Entrevista a Manuel Saraiva Borges, candidato do CDS-PP à Câmara de Seia
Para Saraiva Borges, a «falta de diálogo» da Câmara Municipal tem levado a que os IC's «não sejam feitas»
Para Saraiva Borges, a «falta de diálogo» da Câmara Municipal tem levado a que os IC's «não sejam feitas»
«Túnel e edificação dos teleféricos à Torre vão alterar o potencial turístico do concelho de Seia»

Prestes a terminar o mandato, que balanço faz destes 4 anos?

Dado que nunca fiz parte do elenco camarário, como oposição, apenas posso responder como simples munícipe. Porém, não poderei fazer balanço positivo dado que fui incentivado a avançar pelos agentes locais, a fim de satisfazer os desejos da população para que tal inércia da Câmara seja quebrada.


Como se propõe a alterar o facto de o concelho de Seia ser dos Municípios do país que mais gente tem perdido?

É justamente, por tal razão, que me leva a ser candidato, ou seja, a falta de qualidade de vida no concelho, o abandono das nossas gentes, essencialmente a juventude, é o suficiente para propor no meu programa mais crescimento, mais emprego e mais igualdade, para fixar as nossas gentes no concelho de Seia e evitar a fuga para outros locais.


A oposição vem criticando sistematicamente a gestão autárquica de ausência de estratégia, salientando que não se conhece nenhum eixo ou iniciativa de desenvolvimento. Quais são as suas propostas nestes domínios?

Ao responder a esta questão pretendo envolver todas as pessoas. No essencial para haver uma mudança no rumo do concelho, dando o meu melhor contributo de modo a cumprir tal missão, o objectivo é estabelecer novo rumo de inovação alargado a todo o concelho.


Como pretende recuperar a influência que Seia perdeu na região Centro?

Na verdade, pensar na inovação, será modernizar o futuro de Seia, vilas, freguesias e aldeias do nosso concelho, o que constará em breve do nosso programa, o qual inclui a criação de um Centro Empresarial de apoio à Industria Avançada (C.E.I.A), para o setor primário, secundário e terciário.


Como vê Seia no Contexto da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela?

Esta questão está implícita na resposta às anteriores, ou seja: será o corolário da terceira e quarta no contexto do desenvolvimento do concelho. Porém, o meu programa apresentará melhor solução visto que na actual Comunidade Intermunicipal das Beiras denota-se pouca motivação para o desenvolvimento harmonioso, quer da região, quer da Serra da Estrela.


Qual é a sua estratégia para a crescente população envelhecida e para o aumento da vulnerabilidade por parte desta?

Sendo a população envelhecida proporcional à fuga das pessoas produtivas, bem como da juventude, tal estratégia constante do meu programa, passará por uma solução eficaz e mais segura, dotando o concelho de mais medicina preventiva e auxilio ou comparticipação em medicamentos e assistência no alojamento, bem como na redução de taxas de electricidade, águas e saneamento. Não esquecendo uma maior equidade de justiça social, constante dos direitos humanos sobre idosos.


Seia está a divergir daquele que é neste momento o principal motor da economia nacional, o Turismo. Como se propõe a alterar esse facto?

Sabendo-se que Seia terá uma futura alternativa como potencial turístico de qualidade quer a nível de turismo rural, quer a nível de turismo de montanha, importa e tem todo o sentido dar condições às nossas aldeias, vilas e cidade para que de futuro o turismo na área do nosso concelho seja uma realidade. Ora para se promover o desenvolvimento turístico integrado em todo o concelho e ter peso económico a nível nacional e alterar a nossa qualidade de vida. Só com um grande investimento, Plano Junker, iremos desenvolver e explorar esta grande vertente económica, podendo o túnel com a estação elevatória e edificação dos teleféricos com acesso directo ao planalto da Torre, alterar deste modo o actual atraso em que se encontra a nossa região, nomeadamente todo o potencial turístico do concelho de Seia.


Seia perdeu a gestão das Aldeias de Montanha e perdeu igualmente influência na gestão do projecto sendo acusado de desinteresse e até inércia. Como vê a futura interacção da autarquia e da ADIRAM?

Respondendo a esta questão tal como a mesma é colocada, torna-se difícil dar resposta concreta visto que se ignora outras associações pró-desenvolvimento regional. Na certeza de eu ser eleito, procurarei interagir com todas as associações sendo uma forma de todos contribuírem para a gestão das Aldeias de Montanha.


Numa altura em que Seia regista os piores níveis de desemprego das localidades vizinhas da sua escala, como se propõe a alterar esse facto?

Esta questão altera-se bastando dar mais condições ao concelho; quer nas acessibilidades quer nos investidores para a criação de emprego com a fixação de empresas e mais condições às existentes, nomeadamente a redução de taxas.
Não são claras as razões que levaram o concelho de Seia a ser preterido pelos municípios vizinhos. É preocupante e teremos de avaliar, para assim intervir.


Todos os presidentes de Câmara querem atrair emprego e empresas. Como irá fazer diferente se for eleito?

Respondendo a esta questão, ela tem adequada resposta no ponto anterior, basta que seja cumprido de forma sustentável o que ela contém.


Quais os seus eixos estratégicos de actuação para o mundo rural?

Desenvolver a agricultura familiar, tal como apoiar o seu escoamento através da redução dos custos de produção, nomeadamente mais incentivos promovidos pela autarquia em benefício do desenvolvimento rural.


Acessibilidades e saúde voltam a estar na ordem do dia, mas o que é certo, é que tudo continua na mesma. Não é tempo de Seia “dar o murro na mesa” e exigir do Governo estradas em condições e melhores cuidados de saúde?

Esta questão, se tivesse havido mais diálogo entre a Câmara e os governos há muito que as acessibilidades teriam sido feitas tal como os cuidados de saúde seriam melhores. Acontece que a Câmara não demonstrou para tais questões qualquer interesse em ver as mesmas resolvidas.


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