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Seia, Gouveia, Nelas e Mangualde com 6 milhões de euros para ciclo urbano da água

Municípios ficaram sem a Barragem de Girabolhos mas têm agora 6M€ para água e saneamento
Municípios ficaram sem a Barragem de Girabolhos mas têm agora 6M€ para água e saneamento
O ministro do Ambiente anunciou, em Mondim de Basto, um financiamento de 13,5 milhões de euros destinado a obras nas redes de abastecimento de água e saneamento em nove municípios, onde não avançou a construção de barragens.
João Pedro Matos Fernandes disse ser «um dia honrado» para o Ministério do Ambiente e para nove municípios do Centro e Norte do país, de zonas onde estava prevista a construção, respectivamente, das barragens de Girabolhos e do Fridão.
A construção da barragem de Girabolhos foi cancelada e o projecto de Fridão ficou suspenso até 2019.
«Sem discutir o mérito das barragens, mas tendo a consciência absoluta de que houve expectativas que foram frustradas, por um lado a desistência e por outro a suspensão da sua construção, nós tínhamos que estar à altura de compensar esses mesmas expectativas por parte dos municípios e, por isso, é um dia honrado para nós», afirmou o governante.
Matos Fernandes garantiu que «há uma clara justificação ambiental» para as obras que se pretendem realizar nestes concelhos, porque estão em zonas consideradas «sensíveis» no que se refere à descarga de águas residuais urbanas.
No Centro, a verba é destinada a Gouveia, Mangualde, Nelas e Seia, inseridos na bacia hidrográfica da albufeira da Aguieira. No Norte, abrange os municípios Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Mondim de Basto e Ribeira de Pena, na bacia hidrográfica da albufeira do Torrão.
«São projetos que fazem todo o sentido porque estas são massas de água sensíveis», reforçou.
O Ministério do Ambiente, acrescentou o governante, associou-se à necessidade de qualificação e de valorização destes dois territórios através deste aviso de 13,5 milhões de euros, atribuído no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR).
São 1,5 milhões de euros no máximo por município, que correspondem também a um máximo de 85% do investimento que vai ser feito.
As candidaturas podem ser apresentadas a partir de agora e até dezembro, seja por parte das autarquias ou das entidades gestoras dos sistemas.
Matos Fernandes referiu que as obras previstas são no âmbito do ciclo urbano da água, ou seja, relacionadas com a melhoria e ampliação das redes de abastecimento de água e de recolha de efluentes.

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