Porta da Estrela
Edição de 31-10-2017
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30-10-2017 16:39
Chamas destruíram mais de 20.000 hectares do Parque Natural da Serra da Estrela
Os incêndios florestais destruíram, este ano, mais de 37.000 hectares de áreas protegidas, registando-se a maior extensão de área ardida no Parque Natural da Serra da Estrela, segundo o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
O relatório provisório do ICNF estima que, até 16 de Outubro, arderam na Rede Nacional de Áreas Protegidas (RNAP) 37.332 hectares de espaços florestais.
O ICNF destaca o Parque Natural da Serra da Estrela pela maior extensão de área ardida até 16 de outubro (20.116 hectares, cerca de 22,6% da área total do parque).
O documento, publicado na página de Internet daquele organismo, adianta que as áreas protegidas mais afectadas, face à sua extensão, são a Serra do Açor e o Monumento das Portas de Ródão, com uma afectação de quase 79,3% e 71,8% respectivamente.
O ICNF indica que os incêndios florestais consumiram, este ano, mais de 418 mil hectares e cerca metade da área ardeu na primeira quinzena de outubro.
O distrito mais afectado, no que concerne à área ardida, é Coimbra com 104.744 hectares, cerca
de 25% da área total ardida até à data, seguido de Castelo Branco com 52.718 hectares (13% do
total) e de Viseu com 51.929 hectares (12% do total). No distrito da Guarda já arderam este ano 47.156 hectares
Segundo os dados, o pior ano de sempre em área ardida registou-se em 2003 (425.839 hectares), seguido de 2017 (418.087 ha) e de 2005 (339.089 ha).

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